Os evangelhos descrevem que Jesus esteve presente nas principais festas bíblicas, chamadas também de judaicas, e que em algumas destas o seu ministério assumiu um caráter revelado de tamanha importância que poderíamos mencionar que as festas representam os momentos proféticos principais da sua vida e da sua morte. Infelizmente nós (a Igreja) perdemos a conexão com essas festas devido ao entendimento de que quando as celebramos estamos incorrendo no erro da pratica da lei, deteriorando, desse modo a graça.
Esse argumento pertence a uma desconstrução ideológica das raízes judaicas da Igreja em função da implantação, pelo Império Romano, do concílio de Nicéia, sob as ordens do próprio Imperador em 325 d.C. Constantino criou essa ruptura, gerando o preconceito que dura até hoje. Os cristãos consideram as festas apenas judaicas e não bíblicas.
Nos dias atuais alguns judeus ainda observam as festas, por essa razão há ainda a preservação do conteúdo dessas festas na comunidade judaica. Porém, as festas são na verdade “Bíblicas”, ou seja, de todos.
Levítico 23
João 6:4
João 7:2
João 7:37
Lucas 2:41







