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	<title>Comunidade da Aliança</title>
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	<description>resgatando as raízes bíblicas da igreja</description>
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		<title>Viagem para Israel em 2012</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 03:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunidadedaalianca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Queridos amigos e irmãos no Senhor, estão abertas as inscrições para montar o novo grupo de pessoas interessadas em viajar para Israel em outubro de 2012. Como ainda estamos na fase de elaboração, o nosso maior desafio é a formação do grupo, 30 pessoas. Embora tenhamos um bom número de participantes, o nosso tempo até a viagem em outubro 2012 está menor comparado ao ano passado. Em função de alguns acertos e variantes,<a href="http://comunidadedaalianca.com.br/327">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Queridos amigos e irmãos no Senhor, estão abertas as inscrições para montar o novo grupo de pessoas interessadas em viajar para Israel em outubro de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Como ainda estamos na fase de elaboração, o nosso maior desafio é a formação do grupo, 30 pessoas. Embora tenhamos um bom número de participantes, o nosso tempo até a viagem em outubro 2012 está menor comparado ao ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em função de alguns acertos e variantes, como a expectativa de uma taxa de cambio majorado, um aumento de 8% na parte terrestre e inclusão de gorjetas, o preço atualizado será de aproximadamente  5400,00 reais.</p>
<p style="text-align: justify;">Tentamos marcar a viagem para o período de Sucot, em plena festa, do dia 1º a 11 outubro, porém os valores atingiram a casa dos 6.500,00 reais (que é o preço médio normalmente cobrado). E isso nos fez modificar a data para outro período após a festa, entre 21 e 31 de outubro.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostaria que todos que foram este ano, e muitos outros, tivessem a oportunidade de “subir” a Jerusalém, portanto, estou oferecendo para o nosso pessoal o mesmo parcelamento, ou seja, uma entrada de 480,00 e 10 parcelas de 290, com duas intermediárias, uma em dezembro e outra em abril. Tomamos o cuidado de inserir as gorjetas e taxas que não foram previstas da outra vez. O preço sem parcelamento é de 3380,00 reais mais a parte aérea que dependendo do cambio pode ficar em torno de 2000,00 reais. Quero que considerem que o parcelamento é um risco pessoal meu, que assumo somente para as pessoas altamente recomendadas ou da nossa igreja. De modo geral o preço da parte terrestre é 3380,00 reais a vista. As outras caravanas além de serem bem mais caras os financiamentos são feitos por financeiras com juros muito altos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro diferencial do nosso grupo é que em 2012 estaremos fazendo um roteiro temático com mais palestras e com objetivos de ensino. O roteiro está em ajuste. Tanto a data do embarque quanto o roteiro estão em faze de construção, o mais certo até agora é: saída em 20 de outubro e retorno no dia 30. Foi mudado o hotel de Tiberíades por outro melhor, e teremos um dia livre em Jerusalém. Até o presente momento não esta sendo permitido a parada (permanência) em Madri, mas saberemos mais tarde se será permitido ou não, lembrando que essa parte não faz parte da nossa viagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, temos que começar rápido para não ficar muito caro, cada mês que passar o valor ficará acumulado fazendo com que a primeira parcela fique maior. Por exemplo se alguém quiser entrar em janeiro terá que pagar: a entrada + dezembro + intermediária + janeiro= 1350,00 reais. Outra situação é que estamos em contato com alguns pastores para juntar-se a nós, o que pode ocasionar o preenchimento rápido dos lugares que são limitados.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero sinceramente que todos os que alimentam esse desejo possam ir conosco.</p>
<p style="text-align: justify;"> Shalom para todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pr. Mauricio</p>
<p style="text-align: justify;">Planejamento da viagem</p>
<p style="text-align: justify;">1o  Dia embarque</p>
<p style="text-align: justify;">2º Dia  chegada a Israel, traslado para hotel em  Jerusalém.</p>
<p style="text-align: justify;">3º Dia Monte das Oliveiras,  Jardim do Getsêmani, onde Jesus passou seus momentos de oração e aflição, igreja do jardim , Dominus Flevit, onde Jesus chorou por Jerusalem, capela da ascensão, Porta Dourada, Portão dos leões piscina de Beteshda, onde Jesus curou um paralitico, Via Dolorosa estações principais. Pernoite Jerusalem.</p>
<p style="text-align: justify;">4º Dia Cidade velha, Mt Siao. Câmara do holocausto, Igreja da Dormição, o Tumulo de Davi, de lá, caminhamos até o Cenáculo, local da última ceia do Senhor, quarteirão armênio, o cardo Romano, Quarteirão Judaico replica da Menorah na época do Templo e finalizando com o Muro das Lamentações</p>
<p style="text-align: justify;">5º Dia Museu do Livro, onde há a maquete do Templo na época de Jesus, e os manuscritos encontrados no mar Morto,  a tarde Belém.</p>
<p style="text-align: justify;">6º Dia O jardim da Tumba, O Golgota,  Igreja do Galicanti, onde o galo cantou 3 vezes, quando Pedro negou Jesus, cidade de Davi, Piscina de Siloach Pernoite Jerusalem.</p>
<p style="text-align: justify;">7º Dia  saída rumo à Fortaleza de Massada, vista de Jerico, e depois Qumran, onde viviam os essênios. Lá foram encontrados os manuscritos do Mar Morto, Ein gedi onde David se escondeu do Rei Saul, banho no Mar Morto. Retorno ao Hotel em Jerusalém.</p>
<p style="text-align: justify;">8º Dia, saída de Jerusalém, Tel Megiddo (Armagedom), Rio Jordão, onde há a possibilidade de batismo,  Vista do Mt tabor, Kibutz Ginossar ver o barco de Jesus, barco de mais de 2000 anos apelidado barco de Jesus, Tabgha, local multiplicação dos peixes, Migdal cidade de Maria Magdalena, Tiberias pernoite.</p>
<p style="text-align: justify;">24 de outubro-9º Dia, Cafarnaum, cidade de Jesus, casa de Pedro, onde Jesus curou sua sogra, Mt Bem Aventuranças, Corazim, Beit saida, (a casa do pescador) aqui moravam seus discípulos Pedro, Filipe Andre, Banias onde Jesus esteve com seus discípulos (MT 11: 13-26) que e Cesárea de Philipe, Pernoite Tiberias.</p>
<p style="text-align: justify;">10º Dia, Saímos com destino a Tel Aviv, passando por  Mt Carmelo onde o profeta Elias derrotou os profetas de baal. Prosseguiremos entrando Cesarea Maritima, ver as ruínas da cidade cruzada, Tel Aviv, Yafo (Jope) cidade portuária onde Jonas fugiu num navio para Tarsis e onde vivia Simão o curtidor onde Pedro teve a visão do lençol. Hospedagem em Tel Aviv.</p>
<p style="text-align: justify;">embarque retorno</p>
<p style="text-align: justify;">Estou de acordo Rio de Janeiro    /   /         ass.___________________________________</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atenção leia com cuidado:</strong> Cada participante deve estar ciente de todas as informações constantes deste roteiro, a fim de não confundir os objetivos aqui propostos</p>
<p style="text-align: justify;">A) O grupo é uma iniciativa conjunta dos seus componentes. É imprescindível o mínimo de 30 participantes</p>
<p style="text-align: justify;">B) As adesões serão confirmadas mediante o comprometimento por escrito e o pagamento da 1ª parcela</p>
<p style="text-align: justify;">C) Quanto ao parcelamento: 1- Para os membros da CA e BTY Se dará em duas etapas: Uma entrada +10 X a partir de novembro (2011), sendo uma intermediária em dezembro (aproveitando o 13º) e outra em abril. 2- A segunda etapa, parte aérea, será através do parcelamento (para todos) no cartão de credito 5x direto com a agência de viagem. Pode ser feita em qualquer tempo entre maio e agosto, por exemplo: pode passar o cartão em maio ou em junho ou em julho ou em agosto, iniciando o 1º pagamento no vencimento do cartão. 3- Para os demais participantes, parcelamento parte terrestre em 3x, mais a parte aérea em 5x.</p>
<p style="text-align: justify;">D) A operadora israelense responsável pelo pacote turístico terrestre se propõe a cumprir o roteiro descrito, oferecendo os guias em território israelense. O preço inclui tudo o que esta descrito no roteiro, traslados, entradas nos lugares citados, hotel com café da manhã e regime de meia pensão (jantar) A hospedagem é em AP. duplo, quem optar por single terá que pagar valor extra, gorjetas e taxas obrigatórias também estão incluídos.</p>
<p style="text-align: justify;">E) Não estão incluídos: seguro viagem, Taxa de embarque, excesso de peso na bagagem, alimentação, bebidas, telefonemas, lavanderia, internet, carregadores, maleteiros nos Hotéis, gorjetas de Serviços e passeios que não estiverem expressamente mencionados como inclusos ou quaisquer despesas de ordem pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">F) os prazos de desistência e devolução do valor pago seguirão os seguintes critérios:  . A partir de março a devolução só poderá ser feita se a pessoa conseguir um substituto para assumir seu lugar, no mais tardar até maio. A partir de 1º de junho as devoluções sofrerão multas. Os bilhetes aéreos não são reembolsáveis após sua emissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando, o grupo é uma iniciativa em conjunto. Esteja certo quando decidir se vai viajar conosco. Não somos uma empresa. Essa adesão não implica numa relação de consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Idosos e crianças carecem de apreciação e aprovação dos organizadores, informe-se antes por favor. e-mails <a href="mailto:eduardo.stein@maroniene.com">eduardo.stein@maroniene.com</a> e <a href="mailto:mauriciocezar2004@ig.com.br">mauriciocezar2004@ig.com.br</a> – tels (21)- 9533-1386 – 9126-2166- 3048-0053 – 2623-1099 – 2287-5880</p>
<p style="text-align: justify;">Nome______________________________________________________</p>
<p style="text-align: justify;">Endereço____________________________________________________</p>
<p style="text-align: justify;">e-mail ______________________________________________________</p>
<p style="text-align: justify;">tel_____________________             cel_____________________________</p>
<p style="text-align: justify;">data nascimento ______________________</p>
<p style="text-align: justify;">número do passaporte__________________       emissão_________________</p>
<p style="text-align: justify;">expira__________________________________</p>
<p style="text-align: justify;">religião________________________igreja__________________________</p>
<p style="text-align: justify;">___________________________________________________________</p>
<p style="text-align: justify;">Estou de acordo,</p>
<p style="text-align: justify;">Rio de Janeiro     /     /         ass._________________________________________________________</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bolaines</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 21:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunidadedaalianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos últimos 50 anos, o Mar Morto perdeu um terço das suas águas e, a cada ano, encolhe um metro. Ou seja: literalmente, o Mar Morto está morrendo! Por definição, bolaines são buracos de origem &#8220;misteriosa&#8221;, com cerca de 30 metros de diâmetro por 7 de profundidade que começaram a surgir nas praias salgadas do Mar Morto e, de dentro deles, surpreendentemente, ÁGUAS PASSARAM A TRANSBORDAR! Águas que, apesar de brotarem<a href="http://comunidadedaalianca.com.br/bolaines">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comunidadedaalianca.com.br/wp-content/uploads/2011/11/mar-morto3.jpg"><img class="size-full wp-image-321 aligncenter" title="mar morto" src="http://comunidadedaalianca.com.br/wp-content/uploads/2011/11/mar-morto3.jpg" alt="" width="384" height="367" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos 50 anos, o Mar Morto perdeu um terço das suas águas e, a cada ano, encolhe um metro. Ou seja: literalmente, o Mar Morto está morrendo!</p>
<p style="text-align: justify;">Por definição, bolaines são buracos de origem &#8220;misteriosa&#8221;, com cerca de 30 metros de diâmetro por 7 de profundidade que começaram a surgir nas praias salgadas do Mar Morto e, de dentro deles, surpreendentemente, ÁGUAS PASSARAM A TRANSBORDAR! Águas que, apesar de brotarem de um solo extremamente salgado, CONSERVAM-SE DOCES E SAUDÁVEIS!</p>
<p style="text-align: justify;">Estes “bolaines” &#8211; porque assim estão sendo chamados – multiplicaram-se, e hoje há centenas e centenas deles! E todos brotando e transbordando águas doces, QUE ENCHERÃO O MAR MORTO DE VIDA!</p>
<p style="text-align: justify;">Assista o vídeo sobre Bolaines:  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IZoXNbUiTqI" rel="nofollow" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=IZoXNbUiTqI</a></p>
<p style="text-align: justify;">fonte:<a href="http://www.pazevida.org.br/materias/1404-o-misterio-dos-bolaines-do-mar-morto.html">http://www.pazevida.org.br/materias/1404-o-misterio-dos-bolaines-do-mar-morto.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sucot</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 21:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunidadedaalianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comemorações Tabernáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>

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		<description><![CDATA[Sucot - Geralmente quando falamos da festa dos Tabernáculos nos lembramos da travessia do povo de Israel pelo deserto habitando nas tendas. É pouco percebido pela Igreja atual que o caráter bíblico das festas propõe uma esfera dilatada da linguagem profética. Os elementos essenciais na festa de Tabernáculos são: a Sukah, cabana precária com três lados; as quatro espécies;  lulav é o primeiro ramo da palmeira, Etrog é uma fruta<a href="http://comunidadedaalianca.com.br/sucot">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://comunidadedaalianca.com.br/wp-content/uploads/2011/10/NIKON2_ISRAEL_MADRI-254.2.jpg"><span class="Apple-style-span" style="color: #000000; -webkit-text-decorations-in-effect: none;"><strong>Sucot -</strong></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente quando falamos da festa dos Tabernáculos nos lembramos da travessia do povo de Israel pelo deserto habitando nas tendas. É pouco percebido pela Igreja atual que o caráter bíblico das festas propõe uma esfera dilatada da linguagem profética.</p>
<p style="text-align: justify;">Os elementos essenciais na festa de Tabernáculos são:</p>
<ul>
<li>a Sukah, cabana precária com três lados; as quatro espécies;</li>
<li> lulav é o primeiro ramo da palmeira, Etrog é uma fruta cítrica, Hadas é a murta, e Haravot é o salgueiro de ribeiras conhecido por nós como Chorão (Estas são as quatro espécies).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Como apoteose da festa temos a libação da água e do vinho, porém, o elemento especial é a representação messiânica da Torah que nesses dias ganha um destaque. A Torah é um livro em forma de rolo contendo os cinco escritos de Moises. Durante a festa, ela é cortejada como a própria presença do Mashiac, faz todo sentido com o evangelho de João no capitulo 1: 14 “E o Verbo se fez carne e tabernaculou entre nós”.</p>
<p style="text-align: justify;">A realização da nossa festa procura seguir uma sequência onde esses elementos são incorporados da melhor forma possível à nossa realidade, pois as festas estão relacionadas ao culto no Tabernáculo do deserto e depois elas são realizadas no templo de Jerusalém.</p>
<p style="text-align: justify;">O acendimento das lâmpadas (em alusão ao castiçal do templo) é representado por dançarinas que trazem uma chama dentro de um vidro evoluindo uma dança. A entrada de crianças jogando balas para o público faz referência ao texto de Neemias 8: 10 “Disse-lhes mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao nosso Senhor; portanto não vos entristeçais; porque a alegria do SENHOR é a vossa força.”</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida entram as bandeiras referindo-se ao texto de Zacarias 14: “E acontecerá que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos, e para celebrarem a festa dos Tabernáculos”. Nesse momento, entra a comitiva composta por levitas carregando a Arca, o Candelabro, a Mesa e o altar. Pois na festa dos Tabernáculos era encerrado o ano litúrgico e o altar do holocausto era lavado, também lembramos de Davi entrando com a Arca em Jerusalem I Cron 16:1, 2 e 3 “Trouxeram, pois, a arca de Deus, e a puseram no meio da tenda que Davi lhe tinha armado; e ofereceram holocaustos e sacrifícios pacíficos perante Deus. E, acabando Davi de oferecer os holocaustos e sacrifícios pacíficos, abençoou o povo em nome do SENHOR. E repartiu a todos em Israel, tanto a homens como a mulheres, a cada um, um pão, e um bom pedaço de carne, e um frasco de vinho”. Por isso é importante que possamos oferecer aos participantes algum tipo de alimento e celebrarmos um Kidush.</p>
<p style="text-align: justify;">São dispostas de forma convencional as quatro espécies formando duas unidades, na mão esquerda o Etrog, espécie de fruta cítrica e na mão direita o feixe com as outras espécies, dessa forma o sacerdote movia esse conjunto em seis direções, leste, sul, oeste, norte, para cima e para baixo, proferindo uma benção especial. As quatro espécies mencionadas em Lev. 23: 40 aborda os tipos de espécies que foram ordenadas por Deus para serem usadas durante a festa e cada uma dessas espécies tem um significado próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">O “molho” (Lulav) representa a benção de Deus principalmente nas áreas onde a maldição do pecado alterou o propósito de Deus, é uma benção cancelando a maldição da Terra e dos homens, o numero 4 é o numero da Terra e o 6 é o numero do homem. O Lulav é a ponta da palmeira, é uma folha ainda fechada apresentando uma forma retilínea, o contexto é que a tamareira, cujo nome é tamar em hebraico, tem um significado de justiça (Gen. 6: 9). A palavra usada para designar a justiça e integridade  de Noé é tzadik e tamim respectivamente justo e integro, e significa algo que foi aplainado e se tornou reto, por isso o sentido de retidão, reto como uma palmeira. A palavra tamid, que é usada para discípulo, tem um sentido de aperfeiçoamento, e é de onde procede também a palavra talmude, em Gen 38:26 há uma referencia à justiça de Tamar, nora de Judá, por ter sido mais justa do que ele próprio.</p>
<p style="text-align: justify;"> No salmo 92 existe uma conexão direta com o significado do lulav na festa dos Tabernáculos: “Como a palmeira florescerá o justo, crescerá como cedro do Libano plantado na casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus”. O justo aqui é o Mashiac Yeshuah, o ungido de Deus como diz no verso 10 deste Salmo, “fui ungido com óleo fresco”, não se trata de “um justo”, pois não há justo entre os homens, a bênção da Lulav anuncia um reino de justiça e paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Etrog é uma fruta cítrica como a Lima da Pérsia, e era considerado um símbolo de formosura, beleza, sabor e cheiro, o salmo 19 faz a conexão dessa fruta com a festa dos Tabenáculos apontando para a restauração da lei. Nos 7 primeiros versículos é apresentada a obra da criação de Deus e o noivo messiânico, em seguida nos 7 outros versículos há uma narrativa de 6 aspectos da lei para os homens: 1) a Lei do Senhor é perfeita, 2) o testemunho de Senhor é fiel, 3) os preceitos do Senhor são verdadeiros, 4) o mandamento do Senhor é puro, 5) o temor do Senhor é limpo, 6) as ordenanças do Senhor são verdadeiras. O Etrog é a beleza da lei, o bom cheiro na pessoa de Cristo (Mashiac).</p>
<p style="text-align: justify;">A Murta está relacionada à quebra da maldição da terra, em Isaias 55 há uma promessa de restauração da terra: “No lugar do espinheiro nascerá o cipreste de no lugar da sarça crescerá a murta”, ou seja a maldição que foi proferida por Deus na queda será desfeita na restauração do reino messiânico.</p>
<p style="text-align: justify;">O salgueiro de ribeiras é uma árvore que seus ramos formam uma cobertura capaz de oferecer sombra e frescor, e no salmo 91 há uma promessa de livramento e segurança. “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Senhor Onipotente descansará”. É a vitória sobre o diabo e seus anjos narrada em Apocalipse 12, “Agora chegada está a salvação [...] e eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra de seu testemunho&#8230;”.</p>
<p style="text-align: justify;"> O texto do evangelho de João no capitulo 7: 37 narra a participação de Jesus na festa dos Tabernáculos, o fato histórico é que nesse dia o sumo sacerdote junto com grande comitiva descia por uma escadaria que ligava o templo de Jerusalém direto ao tanque de Siloe (Shiló), onde eram cheios cântaros de água. A comitiva quando ia e vinha cantava o salmo 118, a cada 15 degraus era repetido o estribilho: &#8220;Daí graças ao Senhor porque Ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre&#8221;, então o sumo sacerdote juntava num vaso de ouro água e vinho e derramava sobre o altar (essa é a libação). A cena descrita em João 7, Jesus saltando no meio da multidão e gritando &#8220;Quem tem sede vinde a mim e beba&#8221;, gerou grande comoção entre os que estavam no templo. Muitos confirmavam que ele era o Messias, pois o sentido temático da festa se tornou claro para os que estavam familiarizados com as escrituras e com aquele ritual.</p>
<p style="text-align: justify;">A libação representava a benção da chuva sobre a nova safra, por isso a festa tem um grande componente de prosperidade,  em Zc. 14 há uma benção para os que subirem a Jerusalém na festa dos Tabernáculos.</p>
<p style="text-align: justify;">16- &#8220;E acontecerá que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos, e para celebrarem a festa dos Tabernáculo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">17- &#8220;E acontecerá que, se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos, não virá sobre ela a chuva&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A Festa dos Tabernáculos se tornou um dos momentos mais felizes do ano litúrgico judaico. A antiga literatura judaica (Flávio Josefo, no seu livro Antiguidades Judaicas, e o Talmude) descreve como era a celebração dessa festa nos dias do segundo templo em Jerusalém. Multidões de peregrinos vinham de todas as partes de Israel e do mundo e chegavam a Jerusalém em caravanas coloridas e festivas. Uma vez em Jerusalém, eles preparavam e habitavam em tendas de ramos ao longo das ruas, no pátio do templo, sobre os telhados das casas, nos montes e vales ao redor da cidade. A cidade de Jerusalém estava toda decorada com ramos de oliveira, palmas, salgueiros, frutas frescas e flores. Os peregrinos levam sempre consigo ramos de palma e murta que agitavam com alegria enquanto participavam no templo, dos serviços religiosos, das orações e do cântico do Halel &#8211; a coleção de salmos de louvor (Salmos 113-118).</p>
<p style="text-align: justify;">A cerimônia mais marcante da festa era intitulada &#8220;O Regozijo no Local da Retirada da Água&#8221; (em hebraico: Simchat Beit haShoavá). Durante o ano, a cada dia, após o sacrifício ter sido queimado, uma oferta de vinho era derramada sobre o altar (chamada geralmente de libação). Durante os dias da Festa de Tabernáculos, além da libação de vinho, era derramada também uma de água. A cada manhã da festa, os sacerdotes faziam soar as trombetas, de modo longo e penetrante aos primeiros raios do sol. O povo se despertava então para mais um dia com exclamações de alegria e júbilo. Os sacerdotes desciam então ao tanque de Shiloach (&#8220;Siloé&#8221;), levando consigo um frasco de ouro para enchê-lo de água, e retornavam ao templo de forma cadenciada e pausada, ao som das trombetas. Após o sacrifício e após ser entoado o Halel, os sacerdotes segurando os ramos e frutos da terra prescritos em Levítico 23, rodeavam o altar de bronze, o qual estava adornado com ramos frescos de salgueiro e recitavam as palavras do Salmo 118:25: &#8220;Oh! Salva-nos, Senhor, nós Te pedimos!&#8221; O sacerdote responsável pelo serviço do dia subia a rampa do altar de bronze e derramava a água do frasco de ouro sobre uma bacia de prata e vinho sobre uma segunda bacia. Na seqüência, de forma simultânea, o conteúdo de ambas bacias era derramado sobre o altar e todos os presentes inrrompiam em júbilo exclamando: &#8220;Eis que o Senhor Deus é a minha força e o meu cântico (&#8230;) Vós com alegria tirareis águas das fontes da salvação&#8221; (Isaías 12:2-3). Na tradição judaica, esta cerimônia comemorava a &#8220;Rocha&#8221; da qual brotou &#8220;água viva&#8221;, que acompanhou os israelitas durante a sua peregrinação no deserto (Êxodo 17:1-7; Números 20:2-13; 21:16-18) e que era símbolo de Deus e do Messias.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda cerimônia mais marcante da festa ocorria de noite. Quatro grandes candelabros de sete braços, contendo no topo de cada braço vários litros de óleo e pavios feitos de vestes sacerdotais desgastadas, iluminavam toda a área do templo e a cidade de Jerusalém. Uma orquestra tocando flautas, harpas, címbalos e tambores, acompanhava uma procissão de tochas, na qual havia danças e grande regozijo entre os peregrinos. Enquanto isto, o coral de Levitas, posicionado nas escadarias internas do templo entoava os &#8220;Salmos de Ascensão&#8221; (Salmos 120-134). Estas cerimônias noturnas eram momentos de grande alegria e marcavam profundamente o espírito da festa.</p>
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		<title>Festas Bíblicas I</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Sep 2011 21:13:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os evangelhos descrevem que Jesus esteve presente nas principais festas bíblicas, chamadas também de judaicas, e que em algumas destas o seu ministério assumiu um caráter revelado de tamanha importância que poderíamos mencionar que as festas representam os momentos proféticos principais da sua vida e da sua morte. Infelizmente nós (a Igreja) perdemos a conexão com essas festas devido ao entendimento de que quando as celebramos estamos incorrendo no erro<a href="http://comunidadedaalianca.com.br/festas-biblicas-i">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os evangelhos descrevem que Jesus esteve presente nas principais festas bíblicas, chamadas também de judaicas, e que em algumas destas o seu ministério assumiu um caráter revelado de tamanha importância que poderíamos mencionar que as festas representam os momentos proféticos principais da sua vida e da sua morte. Infelizmente nós (a Igreja) perdemos a conexão com essas festas devido ao entendimento de que quando as celebramos estamos incorrendo no erro da pratica da lei, deteriorando, desse modo a graça.</p>
<p>Esse argumento pertence a uma desconstrução ideológica das raízes judaicas da Igreja em função da implantação, pelo Império Romano, do concílio de Nicéia, sob as ordens do próprio Imperador em 325 d.C. Constantino criou essa ruptura, gerando o preconceito que dura até hoje. Os cristãos consideram as festas apenas judaicas e não bíblicas.</p>
<p>Nos dias atuais alguns judeus ainda observam as festas, por essa razão há ainda a preservação do conteúdo dessas festas na comunidade judaica. Porém, as festas são na verdade “Bíblicas”, ou seja, de todos.</p>
<p>Levítico 23</p>
<p>João 6:4</p>
<p>João 7:2</p>
<p>João 7:37</p>
<p>Lucas 2:41</p>
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		<title>Festas Bíblicas II</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 02:00:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na bíblia são mencionadas sete festas no capitulo 23 de Levítico e em muitas outras passagens. No verso 2 deste capítulo, por exemplo, diz: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: As solenidades do SENHOR, que convocareis, serão santas convocações; estas são as minhas solenidades[...] A bíblia descreve as festas, sendo três principais, a Pascoa, Pentecostes e Tabernáculos, outras quatro, igualmente importantes, visam a aliança com o povo judeu, o<a href="http://comunidadedaalianca.com.br/teste4">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na bíblia são mencionadas sete festas no capitulo 23 de Levítico e em muitas outras passagens. No verso 2 deste capítulo, por exemplo, diz: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: As solenidades do SENHOR, que convocareis, serão santas convocações; estas são as minhas solenidades[...]</p>
<p style="text-align: justify;">A bíblia descreve as festas, sendo três principais, a Pascoa, Pentecostes e Tabernáculos, outras quatro, igualmente importantes, visam a aliança com o povo judeu, o Shabat, a festa dos Pães Ázimos, Trombetas e o Yom Kipur. Dessa forma os israelitas passam a santificar o tempo e não somente a História, os judeus não estão presos a um fato histórico como os cristãos que tem a base de sua fé na crucificação, seu sistema é repetido em cada Shabat formando a cada ano o ciclo da Torah.</p>
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		<title>Festas Bíblicas III</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 01:59:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Numa ordem linear a primeira das sete festas é o Shabat, que propõe muitas coisas, sendo a principal delas a proclamação do descanso, marcando dessa forma a relação entre o Deus criador e sua criatura, aquele que fez o mundo em seis dias e no sétimo descansou, o shabat norteia o estudo da Toráh, os cultos e a contagem do calendário das festas. Marcos 2:27, Êxodo 20:8, Atos 13:44, Levítico<a href="http://comunidadedaalianca.com.br/teste3">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Numa ordem linear a primeira das sete festas é o Shabat, que propõe muitas coisas, sendo a principal delas a proclamação do descanso, marcando dessa forma a relação entre o Deus criador e sua criatura, aquele que fez o mundo em seis dias e no sétimo descansou, o shabat norteia o estudo da Toráh, os cultos e a contagem do calendário das festas. Marcos 2:27, Êxodo 20:8, Atos 13:44, Levítico 23:32.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda festa é a Páscoa, junto com ela acontece a terceira que é Pães Azimos, se estendendo por mais sete semanas até Shavuot, formando dessa forma um bloco de festas que se estende por quase dois meses. A Páscoa é a festa da primavera e do plantio, nela Jesus é a semente que tem que morrer para germinar.</p>
<p style="text-align: justify;">Shavuot ou Pentecostes é a festa dos primeiros frutos, nela pela primeira vez os discípulos colheram os primeiros frutos, a Igreja (Atos capítulo 2).</p>
<p style="text-align: justify;">Sucot (Tabernáculos) é a festa dos últimos frutos, esta festa está intimamente relacionada com a vinda do Messias. Sob vários aspectos seus símbolos merecem uma observação detalhada, primeiro é a sétima festa, é uma festa que dura sete dias e se realiza no sétimo mês, para compreendê-la é necessário o desenvolvimento do contexto das festas anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo bloco de festas começa no sétimo mês com a Festa das Trombetas, a quinta festa, também chamada de Hosh Hashanah, significa o novo ano e tem um sentido de juízo, o nome bíblico é Yom T’ruah, dia das trombetas (alarme) e Yom Hazikaron, dia do julgamento, tem como ação principal o toque do shofar anunciando o novo tempo e profetizando a vinda do Messias, quando então ele será coroado como rei de Israel e das nações. O shofar é uma trombeta de chifre de carneiro que deve ser tocado com toques definidos e com significados distintos, o Segundo Testamento (Novo Testamento) está repleto de menções sobre as trombetas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, nesse segundo bloco temos a sexta festa, o Yom Kipur, dia do perdão (é significativo que após o julgamento haja espaço para o perdão ou condenação).</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, a festa dos Tabernáculos, como todas as outras festas bíblicas, é uma festa agrícola e celebra a última colheita, conectando dessa forma as demais festas e o recomeço. Significa a celebração de um casamento, esse símbolo é bastante usado no Segundo Testamento, por exemplo, a parábola das dez virgens, das bodas e apocalipse 21 onde a kehilat, comunidade dos salvos, já é uma esposa e não uma noiva. Essa sequência festiva é muito bem ilustrada nos capítulos, 19: 16 de Apocalipse onde o rei é coroado, no capitulo 20:11 temos o julgamento do trono branco e no capitulo 21 é quando a cidade, a nova Jerusalém passa a ser a sua esposa.</p>
<p style="text-align: justify;">A Festa dos Tabernáculos, ainda que bem contextualizada no cenário cristão, não possui uma pratica litúrgica ou significado que represente uma parte essencial do nosso culto, também as festas de Páscoa e Pentecostes não são celebradas na maioria das igrejas reformadas, sendo apenas reconhecidas com seus novos símbolos, por isso, vale apena então aprender mais sobre as festas, visto que elas encerram linguagens riquíssimas que serão melhor compreendidas se formos às origens bíblicas.</p>
<p style="text-align: justify;">O ano agrícola judaico se encerrava com a grande Festa dos Tabernáculos (em hebraico: Hag Sucot). Logo após o verão, entre os meses de setembro a outubro, os israelitas se dirigiam para Jerusalém para as grandes festas de outono Rosh haShaná ( Festa das Trombetas), Yom Kipúr (Dia da Expiação) e Sucot ( Festa dos Tabernáculos), as quais se seguiam uma após a outra durante o 7º mês do calendário judaico.</p>
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		<title>Festas Bíblicas IV</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 01:57:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A descrição das Festas dos Tabernáculos na Bíblia Hebraica e nos escritos judaicos nos ajuda a compreender várias passagens da B&#8217;rit Hadashá (Novo Testamento) que estão diretamente relacionadas com esta festa, ou que evocam os temas da mesma. Os capítulos 7-10 da Evangelho de João são um exemplo disto. João 7:37-38 nos diz que no último dia de uma Festa dos Tabernáculos, Jesus se levantou perante todos em Jerusalém e<a href="http://comunidadedaalianca.com.br/teste2">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A descrição das Festas dos Tabernáculos na Bíblia Hebraica e nos escritos judaicos nos ajuda a compreender várias passagens da B&#8217;rit Hadashá (Novo Testamento) que estão diretamente relacionadas com esta festa, ou que evocam os temas da mesma. Os capítulos 7-10 da Evangelho de João são um exemplo disto. João 7:37-38 nos diz que no último dia de uma Festa dos Tabernáculos, Jesus se levantou perante todos em Jerusalém e exclamou que Ele era a verdadeira fonte da &#8220;água viva&#8221;, numa direta referência à cerimônia matutina do &#8220;Regozijo no Local da Retirada da Água&#8221;. No mesmo dia, Ele também declarou ser a &#8220;luz do mundo&#8221; (João 8:12), numa referência à cerimônia noturna. Em João 9, Ele cura um cego de nascença como demonstração de ser Ele a luz do mundo (João 9:5). Jesus lhe aplica lama aos olhos e depois ordena-lhe que os lave no tanque de Shiloach (Siloé), local de onde era retirada a &#8220;água viva&#8221; a cada manhã da festa. Assim João 9 une os dois temas (luz e água) apresentados nos capítulos anteriores. Em João 10, Jesus se apresenta como o &#8220;Bom Pastor&#8221; e como a &#8220;Porta&#8221; (vss. 7, 9) através da qual se entra para a salvação, numa alusão direta ao Salmo 118:20, &#8220;esta é a porta do Senhor, por ela entrarão os justos&#8221;. Este era o principal salmo que entoado ao longo da festa.</p>
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